terça-feira, 16 de março de 2010

Sabe quando cansa?

Quando não dá mais e você se sente sufocada. Quando você se prende a uma situação ruim por um único motivo. Quando lá no fundo você sente uma vontade de confiar na intuição e fazer algo aparentemente imprudente. É isso.

domingo, 14 de março de 2010

Momento culinário

Sabe quando sobra um monte de coisa e a gente não sabe o que fazer e acaba inventando uma receita gostosa? Não é o caso de hoje. Fiz uma receita que tinha vontade há tempos. Risoto de queijo brie. Deixei de pão-durisse e comprei o arroz certo, faz diferença. Nem comprei dos mais caros, algumas marcas nacionais tem o arroz arbóreo a um preço decente, é só procurar. Não usei um vinho branco de excelente qualidade, usei o vinho branco mais barato que achei no mercado, Claude Troigrois disse no Larica Total que funciona, e é verdade. E por fim, não tinha hortelã e usei manjericão fresco no lugar. Ficou ótimo. Segue a receita, tirada do site da Folha.


Risoto de brie e hortelã
Calorias: 377 por porção *
Ingredientes
(para quatro pessoas)
- 2 e 1/2 xícaras (chá) de arroz arbóreo
- 1 e 1/2 xícara (chá) de queijo brie
- 15 folhinhas de hortelã
- 2 xícaras (chá) de vinho branco seco de boa qualidade
- 2 colheres (sopa) de manteiga de boa qualidade
- 2 colheres (sopa) de queijo parmesão "parmegiano regiano" ou "grana padano"
- 2 colheres (sopa) de cebola picada
- 4 xícaras (chá) de caldo de legumes
Passo a passo
1 - Em uma panela, coloque uma colher de manteiga, adicione a cebola e deixe dourar.
2 - Acrescente o arroz, refogue e adicione o vinho.
3 - Depois que evaporar, coloque uma concha de caldo de legumes e deixe reduzir, mexendo sempre. Repita a operação até acabar o caldo.
4 - Acrescente o queijo brie e, se o risoto ainda não estiver no ponto, adicione, aos poucos, água fervente.
5 - Quando o arroz estiver al dente, jogue as folhas de hortelã, acrescente o restante da manteiga e o queijo parmesão.
6 - Mexa e deixe descansar por dois minutos com a panela tampada. Mexa novamente e sirva a seguir.
Receita do chef Permínio Fonseca dos Santos, do restaurante Rodin (tel. 0/xx/11/3064-0959) * Valor nutricional calculado pela RG Nutri.

quinta-feira, 11 de março de 2010

Man, I feel like a woman.

Hermès apresentou um desfile que eu gostei. Os looks me lembraram a Shania no clip em que ela vai tirando a roupa meio masculina e fica de corpete. Mulherzinha feelings. Tem cartola, tem gravata, cores sóbrias e tudo.
Não disse? Tem uma pegada fetichista com muito preto e couro. A produção toda fica difícil de usar pra quem tem peito grande, cria uns volumes que acabam com a estética da coisa, mas é uma boa inspiração.
Este aqui é mais fácil de usar. Gostei bastante.
Acho difícil sair de meia calça laranjão por aí, mas achei que esta combinação tá tão dentro do das cores que eu associo à marca que merecia ser lembrada. Tirando a meia, achei que o laranja aquece o marrom e fica bacana. Difícil de usar, mas divertido.

E o chewbaquismo continua.

Cocó.

No geral, achei que faltou o Valentino neste desfile da Valentino. Não que seja uma coleção horrorosa, só não acho que tenha gramú o suficiente. Mas isso as editoras de moda que sabem dizer.

Agora, não consigo entender este casaco que é uma fantasia de galinha. Eu ia falar mais uma vez da tendência chewbaquiana, que já vimos em Chanel, mas o casaco cocó mereceu um nome só dele. E, neste momento, Valentino tá indo reforçar o bronzeado para superar este trauma.

terça-feira, 9 de março de 2010

Era do gelo.

Toda semana de moda parisiense eu faço questão de ver o que Karl andou aprontando. Porque a marca é um clássico que se renova sempre, mesmo sem a mademoiselle. O alemão apesar de suas frases infelizes entende do assunto. E ele prevê um frio digno do filme O dia depois de amanhã. Muita lã, muito pêlo (deve ser fake, pelo menos em cara de ser fake).
Ainda não assimilei o look Chewbaca.
Nem a coisa com tecido de estofado de sofá de casa da vó.

Enfim, ainda estou assimilando. Karl, acho que você tá abusando demais dos moderadores de apetite e da magreza, por isso sente tanto frio assim.

segunda-feira, 8 de março de 2010

And the Oscar goes to...

Nem falam mais esta frase né? Agora é só "the winner is..."
Mas não é isso que faz a alegria das pessoas no tapete vermelho. Não achei nada absolutamente deslumbrante, nada que eu precise muito pra alguma ocasião. O que eu vi foi muito friz, muito cabelo que era pra estar um bagunçadinho estiloso mas ficou lavadeira style por conta da falta de acabamento.
Se por um lado isso fica estranho no vídeo e nas fotos, por outro traz uma sensação de vida real. Alguma coisa que lembre que não existe total perfeição sem muito trabalho. Que ninguém nasce ultra-mega.
 
No caso da SJP, também não gostei do vestido, é estranho. Assim como o vestido, o cabelo tinha tudo pra ser lindo, mas não aconteceu.

Para ser excessão à regra, Sandra Bulock. Levou o Oscar de melhor atriz e parece que não sofreu com o friz. Cabelão solto e comportado, com brilho e no lugar.

Na transmissão da TNT a mulher falou que a maquiagem estava muito carregada, nem achei. Gostei do batom rosa e queria que Sandra fosse minha amiga de infância, mesmo sabendo que ela quase tem idade pra ser minha mãe, então não rola compartilhar memórias da pré-escola.

Gostei de Meryl, minha ídola, e Hellen Mirren que é diva e linda e não tenta parecer adolescente. Desta vez Cameron Diaz penteou os cabelos e estava bem. Nicole Richie estava com uma maquiagem bem diferente e bonita e mais um monte de blá, blá, blá que você pode conferir em muitos blogs. Sugestões: Fashionismo e Dia de Beauté.

quarta-feira, 3 de março de 2010

Sabe quando você tem uma super ideia?

E fica empolgado, comenta com os amigos e acha que acabou de inventar uma super novidade?

Eu cismei que queria um esmalte amarelo claro. Pra facilitar, eu peguei um PANTONE e mostrei o tom que eu queria. Pra quem não sabe, o PANTONE é uma escala de cores que é bem usada em agências de publicidade e design para garantir a fidelidade das cores. Enfim, escolhi o meu amarelinho, a diretora de arte aqui da agência misturou alguns esmaltes até chegar na cor e pintei minhas unhas.
Quando contei pro meu marido, ele perguntou porque a gente não fazia uma linha de esmaltes em que as cores fossem nomeadas pelos códigos do PANTONE. Cheguei no trabalho e contei pra diretora de arte. Começamos a fazer mil planos até que...
 
...até que descobri que outra pessoa já tivera a mesma ideia. No mesmo dia em queeu comecei a planejar dominar o mundo com esmaltes PANTONE, o site The Dieline publicou o trabalho acima. O pior, a autora do trabalho é daqui de São Paulo. Ou seja, mesmo eu tendo pensado nisso antes de ver o site, não importa mais. Agora é torcer pra que a PANTONE compre a ideia e em breve a gente tenha esmates e maquiagens lindinhos assim.