Já muito melhor nisso de ter um blog, de escrever. Cadê inspiração?
To gastando em respostas educadas para pessoas ignorantes, contando até 10 diante de provocações infantis e em batalhas de ego que só acontecem na minha cabeça. Preciso canalizar a energia pra alguma coisa mais produtiva.
Eu fico pensando no que devia ter feito, devia ter dito e perco um tempão. É normal?
Pode ser, mas é frustrante!
30 anos com drama de adolescente. Ou será que é o próprio drama balzaquiano de terminar com as ilusões juvenis que estou vivendo.
Toda vez que me perguntam o que é ou o que eu tenho, respondo que não é nada. Pode ser porque não seja nada mesmo.
terça-feira, 20 de setembro de 2011
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
Cor da moda
A cada estação surge uma nova tendência, uma cor que dizem que vai dominar as ruas e tal. Nem sempre as revistas de moda concordam sobre qual é a cor do momento, ou qual é a combinação que vai fazer sucesso, mas é fato que a convergência existe.
Nas últimas semanas tenho visto em mais de um veículo que a cor da próxima estação é o laranja. Celebridades desfilam a cor nos tapetes vermelhos, as revistas apontam parcerias de sucesso com azul klein ou pink, algumas vitrines já mostram alguma coisa da cor. Eu particularmente tenho problema com laranja. Acho que não cai muito bem em mim. Talvez eu não tenha encontrado o meu tom de laranja perfeito, se é que ele existe. Tenho pouca coisa na cor e agora que é a cor sensação do momento, talvez eu me distancie ainda mais. Digo isso porque não gosto de andar uniformizada. Por mais jeans e camiseta que eu use, aderir com força à cor do momento não me agrada. Sabe quando você está em um ambiente e percebe que todo mundo tá querendo ser moderno com a mesma tendência. Então. Não curto.
Mas isso é um ponto de vista pessoal. Se você curte estar no padrão, anote a cor como must have. Isso não significa que laranja está proibido na minha vida. Até porque nunca se sabe quando a gente vai se apaixonar por uma peça e deixar toda essa teoria de lado.
Nas últimas semanas tenho visto em mais de um veículo que a cor da próxima estação é o laranja. Celebridades desfilam a cor nos tapetes vermelhos, as revistas apontam parcerias de sucesso com azul klein ou pink, algumas vitrines já mostram alguma coisa da cor. Eu particularmente tenho problema com laranja. Acho que não cai muito bem em mim. Talvez eu não tenha encontrado o meu tom de laranja perfeito, se é que ele existe. Tenho pouca coisa na cor e agora que é a cor sensação do momento, talvez eu me distancie ainda mais. Digo isso porque não gosto de andar uniformizada. Por mais jeans e camiseta que eu use, aderir com força à cor do momento não me agrada. Sabe quando você está em um ambiente e percebe que todo mundo tá querendo ser moderno com a mesma tendência. Então. Não curto.
Mas isso é um ponto de vista pessoal. Se você curte estar no padrão, anote a cor como must have. Isso não significa que laranja está proibido na minha vida. Até porque nunca se sabe quando a gente vai se apaixonar por uma peça e deixar toda essa teoria de lado.
sexta-feira, 2 de setembro de 2011
Filmes de perfumes
Acho que ser roteirista de filmes de perfumes deve ser tipo um sonho. Claro, deve ter os mesmos problemas de toda atividade ligada à escrita, mas poder criar filmes curtos, com pegada surreal, que trabalham basicamente o emocional deve ser uma profissão e tanto.
Sim, imagino que muitas vezes esses roteiros caiam nas mãos de redatores publicitários, o que me daria alguma chance de trabalhar com isso. Mas não, estamos no Brasil e os perfumes nacionais não são representados em vídeos muito inspirados.
Hoje assisti ao vídeo novo do Trésor, com a Emma Watson. Achei uma graça, muito bem cuidado.
A história não me representa, mas dá pra acho que falaria comigo quando eu tinha 17 anos e mudei pra São Paulo pra fazer faculdade. E é isso que os vídeos de perfume trazem e me fazem pensar.
A sensação. Na minha cabeça, se o perfume, o cheiro do perfume nos faz relembrar uma sensação, os vídeos tentam nos levar a mesma sensação em outras mídias. (Vou considerar o odor uma mídia).
Enfim, Emma mostrou que é mais que Hermione, que tem personalidade própria e desfila linda nessa história. Se ela vai ser uma boa atriz em outros filmes, só o tempo dirá.
Sim, imagino que muitas vezes esses roteiros caiam nas mãos de redatores publicitários, o que me daria alguma chance de trabalhar com isso. Mas não, estamos no Brasil e os perfumes nacionais não são representados em vídeos muito inspirados.
Hoje assisti ao vídeo novo do Trésor, com a Emma Watson. Achei uma graça, muito bem cuidado.
A história não me representa, mas dá pra acho que falaria comigo quando eu tinha 17 anos e mudei pra São Paulo pra fazer faculdade. E é isso que os vídeos de perfume trazem e me fazem pensar.
A sensação. Na minha cabeça, se o perfume, o cheiro do perfume nos faz relembrar uma sensação, os vídeos tentam nos levar a mesma sensação em outras mídias. (Vou considerar o odor uma mídia).
Enfim, Emma mostrou que é mais que Hermione, que tem personalidade própria e desfila linda nessa história. Se ela vai ser uma boa atriz em outros filmes, só o tempo dirá.
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quarta-feira, 31 de agosto de 2011
Reatando
Andei brigada com o blog, me afastei da moda, tentei deixar os desfiles de lado e agora deu saudades. Vou te falar que minhas prioridades mudaram, as artes mudaram. Agora não quero literatura, quero cinema.
Neste tempo em que escrevi alguns posts sentimentaloides e burocráticos, engordei uns quilos e depois emagreci muitos. Ainda estou emagrecendo. Vai ver é isso que me traz de volta a moda. Vai ver que eu não queria saber da moda, porque ela não estava caindo bem em mim.
Tem outra coisa, as tendências. Por mais que muitas editoras celebrem a democracia da moda, o pode tudo das formas, isso é uma grande mentira. Basta você pegar um catálogo qualquer, um fast fashion qualquer para ver que as regras existem. O que mudou é a forma de transgredi-las. Seja lá o que isso signifique.
Vai dizer que sandálias com salto anabela, de corda não são tendência? Que candy colors não são tendência? Xadrez vichy e laises?
Enfim, tudo isso me agrada, estou achando tudo lindo. Estou de volta. Acho.
Se eu me animar, em breve um post sobre esta coisa francesona inspirada na Dona Brigite.
Neste tempo em que escrevi alguns posts sentimentaloides e burocráticos, engordei uns quilos e depois emagreci muitos. Ainda estou emagrecendo. Vai ver é isso que me traz de volta a moda. Vai ver que eu não queria saber da moda, porque ela não estava caindo bem em mim.
Tem outra coisa, as tendências. Por mais que muitas editoras celebrem a democracia da moda, o pode tudo das formas, isso é uma grande mentira. Basta você pegar um catálogo qualquer, um fast fashion qualquer para ver que as regras existem. O que mudou é a forma de transgredi-las. Seja lá o que isso signifique.
Vai dizer que sandálias com salto anabela, de corda não são tendência? Que candy colors não são tendência? Xadrez vichy e laises?
Enfim, tudo isso me agrada, estou achando tudo lindo. Estou de volta. Acho.
Se eu me animar, em breve um post sobre esta coisa francesona inspirada na Dona Brigite.
terça-feira, 23 de agosto de 2011
Insatisfação crônica
Estes dias assisti de novo o Vick, Cristina, Barcelona. Tem um momento, quando a Scarlet resolve que não quer mais ficar no mènage, que a Penélope diz que o problema dela é insatisfação crônica.
Embora o filme mostre uma situação exagerada, fora da realidade da maioria das pessoas (ou fora da realidade do que a maioria das pessoas assume viver), fiquei pensando se eu não sou um tanto assim.
Penso nisso porque eu sempre quero mais. Mais roupas, mais maquiagem, mais sapatos. E embora eu veja que não sou a pessoa mais apegada do mundo, sinto que ter e parecer são coisas importantes na minha vida.
É difícil admitir isso.
Porque assim, embora a maioria das pessoas seja assim, não admitem e fazem questão de jogar pedras.
Também não sou a favor do discurso neo-hyppie de não consumir e tal. A economia precisa girar.
Estou confusa. Quero um chapéu. Ele está em promoção. Devo comprar?
Embora o filme mostre uma situação exagerada, fora da realidade da maioria das pessoas (ou fora da realidade do que a maioria das pessoas assume viver), fiquei pensando se eu não sou um tanto assim.
Penso nisso porque eu sempre quero mais. Mais roupas, mais maquiagem, mais sapatos. E embora eu veja que não sou a pessoa mais apegada do mundo, sinto que ter e parecer são coisas importantes na minha vida.
É difícil admitir isso.
Porque assim, embora a maioria das pessoas seja assim, não admitem e fazem questão de jogar pedras.
Também não sou a favor do discurso neo-hyppie de não consumir e tal. A economia precisa girar.
Estou confusa. Quero um chapéu. Ele está em promoção. Devo comprar?
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
Do equilíbrio e coisa do tipo
Já ouvi muita gente dizer que me acha inabalável, equilibrada e sensata. Nossa, são elogios, que bom.
Bom uma ova. Porque no final essa minha suposta sensatez é desculpa pra eu nunca poder sair da linha. É uma obrigação de ser compreensiva e cordata que não faz bem pra saúde mental de ninguém.
Por muito tempo, muito mesmo, meu escape foi a comida. Mas e agora que estou de dieta? Complexo.
Ontem eu fiquei ligeiramente desequilibrada. Do tipo sai daqui e me deixa surtar sozinha. Surtei, chorei, parou.
Mas a reflexão ainda vai durar dias. Por que eu surtei tão fortemente por uma coisa banal? Por que eu estou cansada de lidar com pessoas? Por que a gente precisa corresponder às expectativas dos outros?
Na minha cabeça, eu acho que ninguém tem que corresponder a nada, mas não é a razão que faz com que eu chore feito uma criança. É o sentimento. E de onde vem esse sentimento de tristeza e revolta? Não sei.
Infelizmente tive que parar a terapia, então não vou levar o assunto pra Rose me ajudar a descobrir. Preciso de uma nova Rose.
Bom uma ova. Porque no final essa minha suposta sensatez é desculpa pra eu nunca poder sair da linha. É uma obrigação de ser compreensiva e cordata que não faz bem pra saúde mental de ninguém.
Por muito tempo, muito mesmo, meu escape foi a comida. Mas e agora que estou de dieta? Complexo.
Ontem eu fiquei ligeiramente desequilibrada. Do tipo sai daqui e me deixa surtar sozinha. Surtei, chorei, parou.
Mas a reflexão ainda vai durar dias. Por que eu surtei tão fortemente por uma coisa banal? Por que eu estou cansada de lidar com pessoas? Por que a gente precisa corresponder às expectativas dos outros?
Na minha cabeça, eu acho que ninguém tem que corresponder a nada, mas não é a razão que faz com que eu chore feito uma criança. É o sentimento. E de onde vem esse sentimento de tristeza e revolta? Não sei.
Infelizmente tive que parar a terapia, então não vou levar o assunto pra Rose me ajudar a descobrir. Preciso de uma nova Rose.
segunda-feira, 11 de julho de 2011
Fora do lugar
A verdade é que os dias passam devagar enquanto os anos voam.
Sabe quando se tem a impressão de que alguma coisa está errada e isso te incomoda muito? Então.
Sabe quando se tem a impressão de que alguma coisa está errada e isso te incomoda muito? Então.
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