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segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Neste Natal, o importante é ser criança.

Já percebeu que tem muita marca apostando no resgate do espírito de Natal das crianças para promover seus produtos. Sim, depois de meses sem aparecer aqui, to escrevendo sobre campanhas publicitárias.

A primeira que eu vi foi da Oi, que até achei bonitinha. A mensagem era simples, fácil de entender.


Depois vi a da Coca-Cola, das cartinhas esquecidas pelo Papai Noel - confesso que essa foi a que me impactou mais, talvez pelo fato do resgate do sentimento não vir através da infantilização da pessoa.



E hoje vi essa da Diesel, que dizem, foi realizada hipnotizando os adultos para que eles agissem feito crianças.


Essa última ficou engraçada, mas você acredita nisso mesmo?

Agora estou curiosa para ver o que mais está sendo feito nesse sentido, que outras propagandas estão usando o apelo do sentimento infantil nos adultos para valorizar o Natal e, consequentemente, seus produtos. Será que vai dar o resultado esperado?

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Compras de Natal

O Natal tá chegando e eu ainda nem sei o que comprar para quem. Tem amigo secreto, tem presente para marido, tem pouco dinheiro e muita vontade de agradar as pessoas. Mas também tem o meu aniversário antes. Sim, aquele em que eu faço 30 anos e me transformo numa Balzaquiana.

Vou te falar que ainda estou esperando a grande crise que me prometeram. Mas uma amiga que é mais equilibrada que a média me disse que a crise só vem quando você não viveu a vida que quis. Ela é psicóloga e acho que é uma fonte mais confiável que as outras amigas loucas.

Viver tudo exatamente como eu imaginava que seria, não vivi. Mas cá pra nós, o que seria da vida sem alguma surpresa para animar? Quando eu tinha uns 17, 18 anos, achava que ia ser cientista e que aos 27 teria um filho. Hoje sou redatora publicitária e ainda não tive aquela grande vontade de ser mãe, mas acho que isso é só uma consequência das mudanças que todos passamos, porque nada está escrito a ferro e fogo. Nem que é obrigatório achar ruim fazer 30 anos.